O projeto Literatura Acessível chega a Maceió nesta quinta-feira (24), depois de já ter passado por seis municípios alagoanos com atividades de contação de histórias, distribuição de livros e formação de educadores. A iniciativa do Instituto Incluir deve alcançar mais de 4 mil estudantes e profissionais da educação em Alagoas.

Em Maceió, serão realizadas duas sessões de contação de histórias, às 10h e às 14h30, na Escola Municipal Jaime de Altavilla. À noite, às 19h, o projeto promove uma formação para educadores. Cada aluno participante recebe um exemplar da coletânea de livros do Literatura Acessível, que reúne histórias sobre inclusão, acessibilidade, diversidade e respeito às diferenças.

O roteiro começou em 14 de setembro, em São Luís do Quitunde, e passou também por Rio Largo, Marechal Deodoro, São Miguel dos Campos, Teotônio Vilela e Penedo. Em Teotônio Vilela, a iniciativa contou com apoio do Sesc. Em cada município, além das atividades com os estudantes, o projeto promove encontros com educadores para apresentar possibilidades de utilização da literatura como ferramenta de inclusão no ambiente escolar.

Depois de Maceió, o Literatura Acessível encerra o roteiro alagoano em Pilar, no dia 25 de setembro.

“Estamos levando livros e histórias que permitem que crianças com e sem deficiência compartilhem as mesmas experiências de leitura. A ideia é que a literatura seja uma porta de entrada para conversar sobre diversidade de uma maneira natural, sem separar as crianças, e que os educadores possam levar essa abordagem para o cotidiano da escola”, afirma Carina Alves, fundadora e presidente de honra do Instituto Incluir.

Literatura acessível para todos

Criado em 2014 a partir da experiência de Carina Alves, o Literatura Acessível desenvolve livros infantojuvenis que abordam temas como inclusão, acessibilidade, empoderamento feminino, educação e respeito à diversidade.

As publicações são produzidas em diferentes formatos e contam com recursos como Libras, Braille, pictogramas, audiolivro e audiodescrição, permitindo que crianças com e sem deficiência tenham acesso às mesmas histórias.

Entre os títulos da coleção estão A Menina Potiguara, O Menino que Escrevia com os Pés, A Princesa que Tinha um Cromossomo a Mais e O Melhor Amigo da Bengala. As narrativas apresentam personagens com diferentes características e experiências e buscam ampliar a representação da diversidade na literatura infantil.

O projeto recebeu o Prêmio Confúcio de Alfabetização, concedido pela UNESCO em parceria com o governo da China, pelo trabalho de ampliação do acesso à leitura e à alfabetização.

Sobre o Instituto Incluir

O Instituto Incluir é uma organização da sociedade civil dedicada à ampliação da inclusão e do acesso a direitos no Brasil. Criado pela empreendedora social e psicóloga Carina Alves, desenvolve projetos e formações em parceria com escolas, comunidades, empresas e poder público, tendo a educação como um de seus principais eixos de atuação. Entre suas iniciativas estão EsportivaMENTE, Pulsar, Empodera, Incluir nas Comunidades, Brasil Diversidade e Literatura Acessível.

Serviço

Literatura Acessível – Maceió

Data: 24 de setembro
Local: Escola Municipal Jaime de Altavilla
Endereço: Rua Dilermando Réis, 42 – Maceió (AL)

Contação de histórias: 10h e 14h30
Formação de educadores: 19h

Contato assessoria de imprensa
Luciana Barcellos – LB Conecta
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